quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Sei que já vens aí outra vez,
ou talvez nunca te vás daqui
sei que a tua alma faz parte de mim
e que a tua luz,nunca me vai faltar
sabia que tínhamos algo em comum...
e que vivíamos sem eira nem beira
sabia que estás sempre comigo
e que a nós duas chamam''feiticeira'',
sei que do amor me mostras o caminho
e que me ajudas a ser como sou
e a todos tratar com carinho
também julgo saber
que somos um sem fim
um nunca mais acabar
e pintamos o mundo da cor de carmim
um dia ,saberei também porquê
porque vivemos assim mão na mão
seremos gémeas separadas à nascença
filhas de mão santa e de pai incógnito
não sabemos viver com indiferença
és a madrinha que me é conhecida
a que me leva á poesia,
que me intimida e me desafia
Lua...és tu minha companhia
minha irmá gémea e minha alegria!
Adelina Charneca

2 comentários:

Sei lá disse...

Gostei!
Só não percebi isto: "ilhas de mão santa e de pai incógnito"

http://fali-vendo-me.blogspot.com

Adelina Charneca disse...

Ilhas????
Eu leio ''filhas''...contudo se não percebeu está cumprida a missão da poesia,ela é para ler não é para compreender(na minha opinião claro) ou sei lá,algo assim!

''PARA QUE NÃO DIGAM QUE NÃO FALEI DE POESIA'' Recordo o dia em que no mítico Teatro Tivoli se ouviram inesperadamente as pa...