quinta-feira, 11 de setembro de 2014

...escrevi um poema ao poema,
e também uma estrofe sem pena,
deliciei-me com palavras em verso,
nasci em cada olhar perverso,
fui balada de encantar...
e soneto de apaixonar
serei eterna enquanto durar
e paixão enquanto amar,
mas...
sou muito mais que isso,
sou trovoada a rebentar...
sou tormenta no mar ,com vagas de espantar...
um vulcão em erupção,a arder sobre o mar...
sou sim...
e serei o que quiseres,
uma fada ou bruxa má,
de tal forma invisível,
como nem sabias que há,
serei...
Adelina Charneca

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