domingo, 30 de agosto de 2015


Dejar la piel en un poema
un poema que te besa y te abraza
besar las palabras que te quieren
entre dos brazos de poesia y blandura
buscar entre el calor los lábios
y besar,
besar hasta que se quemen los pechos de tanta locura !
Adelina Charneca
Ainda um dia hei-de medir o tamanho da nossa distância,
o tamanho da dor que que ti me separa com esta violência.
Talvez um dia o mundo seja mais pequeno
e nos voltemos a cruzar,
quem sabe ,
se algum dia se encolhem o mar e as montanhas
só para te encontrar,
e o meu coração ferido em flor
te abrace ,
com esta vontade que tem,
e sempre teve de te abraçar !
Adelina Charneca

sábado, 29 de agosto de 2015


Que me importa...si no me quieres
me dá igual que me mientas
que hacer de este corazón que te ama,
no puedo contradicerlo,no puedo mas intentar olvidar
todo lo que cada día recuerdo más y más
que me importa si no te tendré nunca más
que puedo hacer si mis ojos te ven hasta mismo cuando duermo
llega la Navidad, llega el final de un año más
esta batalla del olvido ya es una batalla perdida
así que... quédate en mi pecho por siempre
conviviré con este sentimiento en silencio lo llevo por donde va
y que me mate la muerte más sublime ,la de morir pensándote
...tantas vidas, tantas vidas y en ninguna eres mío
ya no eres un desespero, eres tranquilidad
ya no eres un deseo, eres una feliz coincidencia
ya no eres tu y yo, son mi alma y la tuya,
si... nadie (ni tú) puede impedirme de quererte hasta el fondo del alma
ni la puta vida que no me quiere
ni el mundo lleno de preconceito nadie...nadie...eres mío
todas las noches en el silencio de la oscuridad
eres mío cuando camino o donde quiera que va,
aquí en mi pecho,
tu mano será siempre la que me comandará ,
hasta el final...
y que el final sea pronto.
no es una declaración de amor,
ya no lo necesito declarar más,
ya lo sabe Dios,
lo sabe la Virgen,
ya lo sabe el universo,
y lo sabes tú,
es una confirmación de quererte,
y de sonreir si te veo sonreir,
es la felicidad de saberte feliz,
es la satisfacción de haber conocido el amor,
(contigo)
Adelina Charneca


Oh luar de lua branca
Quem te deu essa brancura
Foi uma deusa do Olimpo
Com pinceladas de ternura
Uma deusa do Olimpo
Daquelas que conta a história
Bela lua encantada
Em noite de má memória
Tens-me toda enfeitiçada.

Foram três dia sem sol
Entre lençóis para amar
Duas noites pra esquecer
Essa lua, aquele luar
Palavras ditas ao vento
São levadas pelo ar
Luar no meu pensamento
Luar daquele momento
E eu nunca mais soube amar

Não me queixo desta sorte
E não me estou a queixar
Mas, em noites como estas
Eu queria matar o luar!
Adelina Charneca

segunda-feira, 24 de agosto de 2015


Hoy ... me duele ...
Me duele el dolor 
de no haberte dicho adiós
Me duele no darte 
un beso de despedida
Me duelen los ojos
de tanto mirarte ... en la distancia
Me duelen las manos 
de tenerte aquí 
y no poder tocarte 
Me duele el corazón 
de añoranza de tu piel
Me duelen los labios
de echar de menos 
la sal de tus besos
Me duele ...
Me duele la vida ...
Me duele el amanecer ...
Me duele la soledad ...
Me duele el cuerpo 
sin tus abrazos
Hoy ... me duele tanto ...
tanto que me duele ... vivir 
Adiós ausente
Beso ardiente 
Ojos de lágrimas
Manos vacías
Corazón destrozado
Labios agrietados
Vida sin razón
Dolor ...
Vida tan larga
Me duele ...
Me duele la despedida 
que no hubo
Me duele ...
Me dueles en mis adentros ... 
tanto ...!!
Adelina Charneca

Um Dia Você Aprende Willian Shakespeare


...o perdão!
o que é o perdão,
há pessoas que gostariam decerto que o perdão fosse uma bolsa de marca chique,ou um automóvel de alta cilindrada,ou quem sabe uma jantarada com amigos...mas não...o perdão é muito mais que isso,é ter um coração bom,sem abdicar da bolsa de marca,é ter um sentido de aceitação do outro ,mesmo possuindo um carro de alta cilindrada e saber colocar cada macaco no seu galho mesmo saindo de jantarada com ''amigos''ou companheiros de copos,sei lá!
Tantas vezes na vida já me aconteceu esbarrar-me em pessoas que julgava amigas e afinal eram só isso mesmo....boas companhias para os copos.
O perdão abrange um elevado possuir de alma boa,uma alta dose de solidariedade,o perdão exige que aprendamos a perdoar-nos sempre primeiro a nós,das nossas imensas falhas,porque não somos perfeitos,todos falhamos,somos humanos...uma coisa que o perdão me ensinou foi que um coração destroçado pela ausência de perdão é um coração sem mecânica possível,não há técnico informático ou outro que possa concertar um coração sem PERDÃO!
Adelina Charneca              

Já caiu a lua no chão
calou-se o bater do coração
já vai alto o sol na montanha
levo recados às estrelas 
e visto,o coração,
que alguém com carinho''amanha''
Guardo o sol na algibeira com a lua a namorar
e parto sem destino certo
até onde encontrar o amar
careço de palavras doces
de beijos ausentes padeço
nos olhares de mel que me banho
todos distantes os escrevo num verso!
Adelina Charneca

Por entre malvas e Rosas de Agosto
por entre figos a amoras, que gosto
por entre o toque dos chocalhos dos animais
por entre a vida ,vou vivendo...
e nunca é demais!
Adelina Charneca

...mostrar a alma
escrever com calma
dizer de mim
sentimentos sem fim
falar de nós
mesmo a baixa voz
tiritar de frio
no leito do rio
arder em desejo
nos lábios de um beijo
apagar o fogo
na cama como um jogo
abafar gemidos
refrear os sentidos
conter os espasmos
sentir orgasmos
escrever e dizer dia a dia
uma vida de gente em poesia
será valentia ou cobardia
não contar contigo
estar só e saudosa
e assim mesmo
chorar-te quando olho uma rosa
amar em silêncio
sem poder dizê-lo
sentir cada dia a impaciência
se ter-te tão longe e com tão grande distância!
Será coragem ou cobardia
expôr a alma de noite e de dia!
Adelina Charneca

O choro!
Mais uma censura,
mais um poema roto
mais um desespero
mais um parto incabado
mais um lápis azul
mais uma dor
mais uma viagem no escuro
mais um poema estropiado
sem dó,
puro e duro! 
Adelina Charneca

Poema
Vou no meu cavalo com asas de água
levanto os pés os olhos e a mão
de alma limpa recomeço o caminho
e com amor,
preencho os espaços vazios no coração
Vou de alpergatas,tacões ou descalça
de tamancas,ou botas altas
ninguém vai parar o meu cavalo veloz
e hei-de escrever...
escrever até que me doa a voz.
Não quero mais céus,nem nuvens vazias
quero o meu chão e as minhas alegrias
já morrer não quero,
porque da vida algo ainda espero
Não deixar escapar,por entre os dedos
a mágica esperança que me atola os medos
encher de açúcar o meu coração
e dar a todos o meu segredo...
vivendo a minha paixão !
Adelina Charneca

Podes ser pomba,podes ser rosa
o que tu nunca deixes 
é de ser amorosa,
podes ser saudade,ou até presente
nunca me abandones
nem de mim te ausentes!
Adelina Charneca*
Com.
Um anjo

...era um Domingo igual a tantos outros
desses em Agosto , 
quando a neblina começa a chorar,
era aquele o dia que esperara tudo começar.
Chuva miudinha que molha a alma desde dentro
Agosto;inicio de inverno já aqui à mão,
lareira e café e calor no coração.
Assim é um lar onde haja amor
feito de simples coisas
onde se divide as alegrias e se toma a dor
a dor um do outro,
é um lar de Deus,
Assim é um Domingo de Agosto
visto por estes olhos ,
que são meus!!
Adelina Charneca
Se eu contasse as minhas penas
faria calar o mundo
hollywood não faria mais cenas
e os navios iam ao fundo
Contava uma por uma
no fio de uma navalha
o mar não mais teria espuma
morria quem fosse canalha
umas vão e outras ficam
que sem penas tenho frio
lá no sitio onde habitam
ninguém me pode aquecer
quero ao mundo revelar
quantas penas já passei
se o mundo me escutar
juro que as esquecerei !
Adelina Garrido Charneca
O pensamento:
É como um cavalo solto ao vento
é como pétala solta caindo no chão
é como água no leito do rio
é como vento,ou furacão.
O pensamento:
pode ser um cavalo no pasto ruminando o verde
pode ser um jardim morrendo de sede
pode ser como um lago de águas paradas
pode ser como um sino que toca a horas marcadas
O pensamento:
aí vai o meu pensamento livre como um cavalo ao vento
aí vai o meu pensamento,qual flor em canteiro esquecida
aí vai o meu pensamento,feito mar querendo abraçar o rio
aí vai o meu pensamento...
aí vai ele,podes tocá-lo se quiseres:
O pensamento .
Adelina  Charneca 

segunda-feira, 17 de agosto de 2015



Sou vossa mãe
Por certo vos cansei,
aborreci-me convosco,
gritei como uma louca do manicómio,
chamei-vos a atenção,
repiti mil vezes as mesmas coisas,
fui o vosso pior pesadelo,
fui atrás de vocês quando foi necessário,
sabem porquê?
Porque vos amo. .
Quando possam compreender isto
saberei que já são responsáveis...
nunca, encontrarão ninguém que vos ame,
que se preocupe
e para quem vocês sejam mais importantes do que para mim,
sem nenhum interesse
que não seja apenas o amor materno.
Porque as vossas Vitorias serão as minhas Vitórias.
O vosso sorriso será o meu sorriso,
se exagerei em querer que fossem as melhores,
peço mil desculpas
mas não sofri tantas dores no parto
e não vos carreguei nove meses de livre vontade no meu ventre
para vos amar pouco,
e se por vezes o amor é cego
o de uma mãe ainda é mais,
agora já só quero poder gozar o resto do caminho com paz e tranquilidade,
 fazendo só o que apetece e quando me apetece,
se tiver sono quero dormir,
que a Verónica já não perde o dedo polegar de noite
quero voar como um passarinho,
porque a Sónia não perde a xuxa e o ursinho,
quero rebolar na relva debaixo da sombra dos abetos,
e se possível com os meus netos,
se não for ,também sobrevivo.
É só o que eu quero,
não é pedir demais nem mundos sem fundos,
é que eu não fui menina,
não me levem a mal mas tenho o direito,
e para isso tudo exijo o vosso respeito.
As mães merecem e precisam não parar de sonhar
As mães também gostam de ouvir Pedro Abrunhosa.
As avós querem muitos abracinhos
sem ser por necessidade dos pais irem divertir-se
querem-nos porque os merecem
sobretudo as avós
que souberam estar noites de vela
para os netinhos crescerem saudáveis e fortes como uns''bezerrinhos''
bebendo litros de leite por noite
as avós e as mães também são gente.
Podem até não compreender,
mas não me matem. ..deixem-me viver,
se não gostarem não participem,
mas aos meus poucos sonhos não se antecipam
e não os amarrem,
em cadeia dourada a vosso gosto guardada!
Vossa mãe
Adelina Garrido Charneca

sábado, 1 de agosto de 2015


..éras como melodia encadenada
siempre en mi espirito
poesia presente en mi vida
entras en mis sueños sin permiso
aposandote de mi cuerpo listo y con avidez
nos unindo como si fueramos uno
rolando de amor hasta caer para el lado
ronpendo un poema
rozar las manos,apretanto los dedos
amar a dos perdiendo los miedos
y locos de amor
dejar tiempo perderse nel reloj
en el espacio de tiempo
poco a poco
dentro de las sabanas do hilo blanco tu cuerpo pide mas
en almohadas bordadas a besos
contigo me perderé,de jadeos
abrazos en tierra fresca
secretos entre las lunas
deseos de amor encendidos

Adelina Charneca..