segunda-feira, 24 de agosto de 2015


Poema
Vou no meu cavalo com asas de água
levanto os pés os olhos e a mão
de alma limpa recomeço o caminho
e com amor,
preencho os espaços vazios no coração
Vou de alpergatas,tacões ou descalça
de tamancas,ou botas altas
ninguém vai parar o meu cavalo veloz
e hei-de escrever...
escrever até que me doa a voz.
Não quero mais céus,nem nuvens vazias
quero o meu chão e as minhas alegrias
já morrer não quero,
porque da vida algo ainda espero
Não deixar escapar,por entre os dedos
a mágica esperança que me atola os medos
encher de açúcar o meu coração
e dar a todos o meu segredo...
vivendo a minha paixão !
Adelina Charneca

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