Eu vi um barco atolado em bancos de areia numa praia que não alcançou.
As águas batiam-lhe violentamente de todos os lados,
os ventos rasgavam-lhe as velas que abanavam procurando o final da tempestade que varria as águas.
O brilho da lua cheia cegava-me os olhos cansados de procurar encontrar nela dezenas de respostas a tantas perguntas que não as tinham.
Estamos remando sem tino por mares revoltos de águas imensas,
salgadas do desespero de almas perdidas debaixo de grandes tempestades correndo assustadoramente o risco de atolar na praia 'sem''remédio que salve a imponente embarcação...que afunda.....afunda........
(EU)
09-04-2012
09.35h
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Poeminha
Leva-me a voar no vento sem rasgar a alma A crescer d'alento nesta tarde calma Não soltes um ai Que se não apague Não pares e vai ...
-
Entrei em Lisboa e senti que Lisboa sem ti é pouco mais que uma cidade desmembrada,falta-lhe um amor sublime,um amor que a possui sempre e t...
-
Escrevo hoje pensando particularmente na minha amiga Ercilia Louro ,Francisca Silva ,Graça Almeida e nas mais adoradas e amadas Olisiponensi...
Sem comentários:
Enviar um comentário