segunda-feira, 19 de agosto de 2013


A poesia deixou de me ter sua refém
parti as algemas,
quebrei as amarras
e agora...
agora sou livre
e só escrevo o que quero
e não mais o que me dita o desconhecido
...a poesia deixou de ser minha carcereira
deu-me as chaves da cela
e eu parti em liberdade
e agora sempre que me encontro com ela
é só por sermos ambas ...
''VERDADE''!
Adelina Charneca*

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