sábado, 4 de julho de 2015


És como uma melodia encadeada,
sempre no meu espírito
poesia presente na minha vida,
entras nos meus sonhos sem pedir licença,
apoderas-te do meu corpo atrevida e avidamente,
unindo-os como se fossem um só
rolando de amor e alegria até à exaustão,
rompendo num poema,
colar as mãos,apertando os dedos,
amar a dois,perdendo os medos,
e de amor loucos ,
perder a noção do espaço,
e do tempo
aos poucos,,
entre lençóis de linho branco o teu corpo pede mais,
em almofadas bordadas a beijos,
contigo me perderei, em ais
abraços em terra lavrada
sussurros entre gemidos,
risos de amor acendidos!
Adelina Charneca

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